Assim como a superintendente Susana Rates e o presidente do CLS, Rodrigo Cesário, Charles concorda com a importância do trabalho do conselho para o hospital e seus trabalhadores e usuários. "Este trabalho facilita o contato do usuário com o hospital", argumenta. Charles já participou de três reuniões desde a sua chegada ao conselho e já destaca, dentre as ações que observou, a interação do CLS do HOB com outros conselhos de saúde de outros hospitais.
Charles lamenta a não existência de um espaço físico para o conselho, o que segundo ele daria mais conforto e privacidade para os membros discutirem suas ações. Para ele, o conselho precisa saber o que acontece dentro do hospital para poder colaborar com as atividades de maneira mais eficaz. "Estou muito animado, mas acho que precisamos de uma sala para atendermos o usuário entre outras coisas", explica Charles Souza.
Charles lamenta a não existência de um espaço físico para o conselho, o que segundo ele daria mais conforto e privacidade para os membros discutirem suas ações. Para ele, o conselho precisa saber o que acontece dentro do hospital para poder colaborar com as atividades de maneira mais eficaz. "Estou muito animado, mas acho que precisamos de uma sala para atendermos o usuário entre outras coisas", explica Charles Souza.
Mesmo há apenas seis meses no Hospital Municipal Odilon Behrens (HOB), o assistente administrativo Charles Sousa, é um participante assíduo no Conselho Local de Saúde – CLS – já há três meses. Ele é atualmente um dos representantes dos trabalhadores no órgão.
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