Representantes dos setores de Análise de Processo, Técnico Mecânico e Projetista da Hidrotherm Engenharia e Consultoria participaram em fevereiro, do seminário realizado pela Câmara Americana do Comércio – AMCHAM -, sobre Eficiência Energética. O objetivo foi levantar questões sobre economia de energia das empresas, apresentar soluções e valores de tarifas de energia na conta das empresas, além de produção consciente sem alto custo.
O encontro teve participação de representantes das empresas CEMIG, Secretaria Extraordinária de Belo Horizonte da COPA do Mundo de 2014, da Associação Brasileira de Grandes consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres – ABRACE - e da Green Energy Brasil.
Em uma das palestras, destaque para o Presidente executivo da Associação Brasileira de Grandes consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres, ABRACE, Paulo Pedrosa entrou com o tema sobre a Tarifa de Energia Elétrica no Brasil e a Competitividade Industrial. Os participantes receberam orientações sobre a redução de consumo de energia e como o país poderia crescer se as tarifas cobradas pelo governo não tivesse tanta alta. “O PIB (Produto Interno Bruto) perde cerca de R$ 8,50 a cada R$ 1 de reajuste nas contas de energia”, explica.
O Analista de Processos da Hidrotherm Engenharia Márcio Mendes fez destaque sobre a importância do seminário com foco em seu trabalho. “ O seminário foi de suma importância para mim, visto que estou em um contrato de eficiência energética na Vale. Embora seja um tema novo, vem ganhando popularidade nas grandes empresas e nos órgão públicos”, afima.
Paulo Pedrosa acredita ainda que nos próximos cinco anos a energia elétrica terá reajuste real (acima da inflação) de 25% para o consumidor industrial e de 20% para o residencial. Neste ano, o diretor da Enacel Energia, Raimundo Batista, também acredita em aumento real para as concessíonária.
Para encerrar o seminário, o representante da Green Energy, Othon Maciel Júnior, falou sobre novos meios de energia, como produção de Bioenergia e também alertando sobre o desperdício descontrolado no país, que chega a 16 milhões de mbytes , quantidade suficiente para sustentar a cidade do Rio de janeiro por 12 meses.
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